publicado por adm | Quinta-feira, 19 Janeiro , 2012, 23:28

A naturopatia está na moda. Que tal uma chávena de chá de camomila ao deitar em vez de um comprimido? O biólogo Jorge Nunes revela as propriedades medicinais e aromáticas das espécies vegetais autóctones mais usadas na medicina tradicional.

"Os desesperados agarram-se às silvas!”, dizia a Ti Piedade enquanto o corpo negro e cansado se curvava sobre os matos espinhosos e as mãos vetustas e calejadas iam ripando as flores da carqueja. “Principalmente, quando já não aguentam os males da boca ou a soltura dos intestinos… e não falo de chupar amoras pretinhas, não senhor...”, acrescentava com um sorriso malandreco.

Momentos mais tarde, ao passar por um silvado florido, fez questão de mostrar que não estava mesmo a referir-se às deliciosas amoras tão apreciadas como frutos silvestres, mas às pontas das silvas: “Folhas tenrinhas e flores fechadas, vê?” Depois de fervidas e bem filtradas – “têm muitos picos, é preciso ter muito cuidado!”, advertia –, servem para bochechar (curam aftas, dores nas gengivas e outras doen­ças da boca) e, em tisana, aliviam a diarreia (“soltura”, “desarranjo” ou “destempero”, como é uso chamarem-lhe no mundo rural).

Amparada por um varapau, que a ajudava a suportar o peso dos seus quase noventa anos, não perdia o ritmo e avançava com passo ligeiro por entre os tojos e as urzes ressequidas. Do braço esquerdo pendiam dois sacos de plástico com logótipos desbotados de uma grande superfície comercial. Os sinais das catedrais do consumo já chegaram às serranias remotas de São Pedro do Sul. Enquanto as flores de carqueja iam enchendo o saco maior, o mais pequeno permanecia quase vazio. “É do hipericão”, esclarecia sem abrandar a passada, “mas, com este calor, já nem se encontra, está todo mirradinho!”, justificava a dona Piedade.

A carqueja recolhida naquela tarde ainda precisava de mais alguns dias para secar e ser devidamente acondicionada. Depois, ficaria a aguardar a chegada dos rigores invernosos, das gripes e tosses trazidas pelas chuvas fortes, pelos mantos brancos de neve e pelos ventos gélidos que costumam atravessar de forma inclemente os maciços de Montemuro e da Gralheira. As “Terras do Demo”, como tão oportunamente lhes chamou Aquilino Ribeiro, o grande romancista beirão.  

Embora aquele dia tivesse servido essencialmente para a apanha da carqueja e do hipericão-bravo, a anciã acabou por confidenciar que a sua farmácia caseira incluía um sem-número de outras “ervinhas milagrosas”, que ia recolhendo ao longo de todo o ano. “Ervas que fazem bem a tudo” e que mantém guardadas em frasquinhos e saquinhos, prontas para quando houver uma ferida, uma tosse, uma diarreia, uma febre ou uma gripe.

Mézinhas das nossas avós

O relato, colhido, juntamente com a carqueja e o hipericão, no distrito de Viseu, poderá parecer apenas mais uma recolha etnográfica, igual a tantas outras memórias que se vão apagando à medida que as comunidades rurais entram em declínio por causa do êxodo rural e do desaparecimento dos seus anciãos, portadores de importantes saberes e tradições que acabam por ser enterrados com eles, muitas vezes, sem que haja qualquer hipótese de serem legados às gerações vindouras, como acontecia antigamente. Porém, basta percorrer qualquer aldeola portuguesa para se perceber que o rol de utilizações das ervas é infindável e que, afinal, este relato poderia muito bem ter sido gravado em qualquer outra região. Por todo o país, do nordeste transmontano ao Barrocal algarvio, passando pelas ilhas-jardim, são muitas as pessoas, nomeadamente os mais velhos, que continuam a recolher da natureza as plantas com poderes curativos.

Desde tempos que a memória já não lembra, sempre se aproveitaram as virtudes das plantas que floresciam espontaneamente por montes e vales. Mas “quem tem tesouros não os exibe”, diz o povo. Por isso, não é de estranhar que, no início, as panaceias e mézinhas fossem saberes privados guardados sigilosamente como se de tesouros familiares se tratasse. No entanto, com o passar dos séculos, foram-se tornando públicos e acessíveis a toda a comunidade. E, tal como no folclore e na gastronomia, também nas ervas medicinais cada região tem a sua tradição. Nem poderia ser de outro modo, porque a distribuição das plantas é, por vezes, circunscrita a determinadas zonas de acordo com os fatores climáticos e edáficos que as influenciam. Não é, por isso, de estranhar que existam diferentes “receitas” para o mesmo mal. É caso para dizer: cada avózinha, sua mézinha!

 


Do campo para a cidade

 

A utilização das plantas, quer para fins alimentares quer medicinais, é quase tão antiga como o próprio homem. Embora o seu uso medicinal seja habitualmente conotado com práticas mais ou menos obscurantistas, que persistem sobretudo no bucólico da ruralidade, as plantas não servem apenas para tratar as maleitas dos nossos camponeses. Nas grandes cidades, apesar de muito deste património cultural se ir desvanecendo, assistimos na atualidade a um regresso às origens, em busca daquilo que a terra nos dá. Prova disso é que não haverá casa portuguesa sem o cantinho das ervas: a erva-cidreira para as perturbações gástricas, a tília para febres e doenças hepáticas, a camomila para a gripe, entre muitas outras que cada um escolhe a seu bel-prazer.

Muitas das mézinhas das nossas avós, a que é usual chamar “medicina tradicional”, “natural” ou “verde”, coexistem, afinal, com a medicina convencional, dos médicos, na qual abundam cock­tails químicos injetáveis, xaropes industriais e drageias de todas as cores e feitios.

Ainda que não haja dados estatísticos sobre o número de pessoas que recorrem à medicina natural, uma vez que se trata de autoconsumo e não são necessárias receitas médicas para este género de terapia, pensa-se que a naturopatia está em crescendo. São cada vez mais os adeptos da medicina verde. Em suma, quando o objetivo é acalmar a alma, fortalecer o corpo e aliviar a dor, ninguém se importa de onde vem o remédio, desde que se revele eficaz.

Formas sugestivas

Não é difícil imaginar por que razão algumas plantas começaram a ser utilizadas como curandeiras. Basta olhar para elas. As suas formas sugestivas, imitando órgãos do corpo humano, terão despertado a curiosidade e levado ao seu emprego na cura das maleitas a eles associadas. Estas crenças originaram, nos séculos XVI e XVII, a chamada “doutrina das assinaturas”, segundo a qual Deus teria indicado as virtudes de cada planta dando-lhe uma forma similar ao órgão sobre o qual atuava. Por exemplo, os tubérculos de certas orquí­deas, que se assemelham aos testículos humanos, possuiriam propriedades afrodisíacas, e as folhas das hepáticas, em forma de fígado, seriam indicadas para os problemas relacionados com esse órgão. Ou então, dando-lhe um aspeto idêntico aos sintomas externos de determinada doença (as ervas com seiva amarela, como a celidónia, eram utilizadas no tratamento da icterícia, o feto polipódio era usado para curar a varicela, pois os seus esporângios, situados na página inferior das folhas, assemelham-se às pústulas originadas por essa doença). Embora nem sempre se verificasse a tão almejada cura, cedo se percebeu que quase todas as plantas possuíam propriedades medicinais, que compuseram o vasto leque de conhecimentos empíricos legados às gerações vindouras.

A doutrina das assinaturas estendeu-se de igual modo aos fungos: o exemplo mais conhecido é o do cogumelo porra-de-lobo ou picha-de-cão (Phallus impudicus), ao qual, devido à sua forma idêntica ao pénis humano, foram também atribuídas propriedades afrodisíacas. Entre os líquenes, destaca-se a pulmonária (Lobaria pulmonaria), que foi largamente utilizada no tratamento das úlceras pulmonares, em virtude da sua semelhança com um pulmão.

Embora estas crenças nos possam parecer ridículas no presente, é compreensível que, na antiguidade, se tenha entendido as formas das plantas semelhantes a órgãos como sinais divinos. Em pleno século XXI, muitos camponeses sem a influência dos ensinamentos escolares e dos conhecimentos científicos continuam a vê-las como tal.

 


Curar sem químicos?

 

A utilização das plantas com propósitos medicinais vem de há longa data; no entanto, o papel fundamental que lhes era atribuído na medicina da Idade Média foi-se desvanecendo com os avanços científico-tecnológicos da era moderna. Hoje em dia, muitos dos seus princípios ativos já são sintetizados artificialmente, através da biotecnologia a que recorre a indústria farmacêutica. Apesar disto, ainda existe uma considerável percentagem de medicamentos prescritos pelos médicos que resulta da utilização direta de plantas, sobretudo quando a síntese artificial do princípio ativo não é conseguida ou não é economicamente favorável.

Segundo o Decreto-Lei 176/2006, é definido como medicamento à base de plantas “qualquer medicamento que tenha exclusivamente como substâncias ativas uma ou mais substâncias derivadas de plantas, uma ou mais preparações à base de plantas ou uma ou mais substâncias derivadas de plantas em associação com uma ou mais preparações à base de plantas”.

Permanece, contudo, o preconceito de que as ervas medicinais recolhidas na natureza são boas para a saúde porque não têm químicos, o que não é verdade. A razão por que são usadas para fins curativos é exatamente porque possuem determinadas substâncias químicas que vão influenciar a fisiologia do organismo. Eduardo Ribeiro, biotecnólogo e especialista em suplementos alimentares e plantas medicinais, lembra que “uma planta medicinal é constituída por um complexo conjunto de moléculas com efeitos fisiológicos comprovados, mas cuja ação ao nível do organismo não é facilmente percecionada”.

Através do seu metabolismo, quase todas as plantas conhecidas produzem substâncias com propriedades medicinais ou odoríferas, como esteróides, alcalóides, óleos essenciais, taninos, vitaminas, elementos minerais e antibióticos, entre muitas outras. Dito de outro modo, possuem determinado princípio ativo que lhes confere valor terapêutico. Por isso mesmo, terão sido empregadas, de acordo com estudos antropológicos, desde o Paleolítico, embora os vestígios farmacêuticos mais antigos nos tenham chegado das civilizações mesopotâmica e egípcia.

Para além da utilização que se vai fazendo das plantas, principalmente pelos habitantes das zonas rurais e pelos clientes da naturopatia, a indústria farmacêutica não deixa de procurar novas propriedades curativas nas plantas silvestres. Embora a medicina convencional não reconheça completa validade terapêutica à naturopatia, é absurdo desprezar alguns tratamentos centenários da medicina popular, muitos deles com eficácia comprovada. Quem nunca bebeu chá de camomila como calmante, tomou mel com limão para curar as dores de garganta, bebeu chá de cidreira para as dores de estômago ou tomou xarope de cenoura para a tosse? Quantas vezes as mézinhas de fabrico caseiro, passadas de geração em geração, fazendo parte da identidade cultural de um povo, solucionam os problemas de saúde e restabelecem o bem-estar, sem necessidade de apoio médico? Muitas dessas receitas caseiras podem ainda ser ouvidas da boca dos sábios rostos enrugados pelos anos, em qualquer das muitas aldeias de Portugal, que teimam em manter vivos os costumes e tradições.

No entanto, embora use produtos naturais culturalmente muito interessantes, a verdade é que a medicina natural pode apresentar alguns riscos, nomeadamente quanto ao controlo de qualidade, à utilização indevida e aos efeitos secundários em determinadas doenças, como avisa Elsa Gomes, professora aposentada da Faculdade de Farmácia da Universidade de Lisboa.

Em muitos casos, a medicina convencional coexiste com as medicinas popular e alternativa. Os doentes, consoante os resultados obtidos com os tratamentos, dividem a sua crença entre médicos e “curandeiros”, “endireitas”, “sábios”, “bruxas” e “homens de virtude”. Apesar de os efeitos farmacológicos de muitas mézinhas estarem ainda por investigar e comprovar, a medicina moderna vai aprendendo a conviver com alguns desses remédios populares; de facto, quando a medicina ainda dava os primeiros passos, já o povo tinha remédios para a maior parte das maleitas.

“A elaboração de remédios caseiros está também hoje em dia facilmente acessível via internet, sendo possível aprender como fazê-los e quais as suas indicações.” Quem o afirma é o médico Luiz Santiago, autor de Medicamentos e Corpo – Consumidores de Fármacos: o que Pensam e o que Sabem... “No entanto, dose e posologia são duas grandes lacunas que se observam, quando consultada a informação”, alerta.

 


Curativas e aromáticas

 

Além das propriedades medicinais, culinárias e cosméticas, muitas plantas são utilizadas para a elaboração de estupefacientes. Por exemplo, a dormideira, parente próxima das nossas papoilas, é cultivada na Índia, no Egito e na China para a obtenção de ópio. Esta droga, já conhecida na antiguidade, fornece numerosas substâncias medicinais: morfina, codeína e papaverina. Da dormideira, obtém-se ainda um óleo idêntico ao do girassol, sendo muitas vezes utilizada como alimento. Só de uma parte insignificante da planta, o látex das cápsulas, se obtêm os alcalóides opiáceos, com larga utilização na medicina moderna, onde são usados como calmantes e antiespasmódicos.

Os extratos de plantas empregam-se para preparar diversas soluções medicinais, das quais resultam tinturas, essências e sucos usados para elaborar xaropes (bebidas que resultam geralmente da maceração de várias plantas), infusões (bebidas feitas com o aproveitamento do líquido resultante da fervura dos vegetais), pomadas e emplastros (ervas, frescas ou cozidas, intactas ou maceradas, aplicadas sobre a zona afetada) e inalações (plantas vertidas num recipiente com água a ferver do qual se inala o vapor).

As ervas aromáticas são usadas na indústria alimentar e na cozinha dietética. Aliás, a gastronomia tradicional, característica de cada região do país, vive muito do toque especial que lhe é dado pelas ervas. Algumas dessas plantas têm presença obrigatória em vários pratos: os coentros na sopa de peixe, os cominhos nas tripas à moda do Porto, os orégãos nos caracóis, a salsa no bacalhau à Brás, o louro e o alho no coelho à caçador, a hortelã no arroz de maranho, etc.

A grande maioria das plantas consideradas úteis foi domesticada, existindo já variedades de cultivo. Deste modo, as indústrias farmacêutica e alimentar têm-nas sempre à disposição, sem dependerem da mãe-natureza para as obter quando precisam. Mas nem sempre assim é. Muitas vezes, as “plantas milagrosas” ainda continuam a ser recolhidas nos espaços naturais. Embora isso não seja preocupante quando é realizado pelas populações locais para consumo próprio, pode assumir graves proporções quando se trata de colheita indiscriminada e pouco escrupulosa, realizada para saciar os apetites gulosos do comércio florescente de produtos naturais. Servem de exemplo desta recolha desregrada, com a agravante de ocorrerem em áreas protegidas, a salva-brava (Phlomis lychnitis) colhida no Parque Natural das Serras de Aire e Candeeiros para ser enviada para a América, e o hipericão-do-Gerês (Hypericum androsaemum), coletado no Parque Nacional da Peneda-Gerês e vendido localmente para chá.

Ainda que as plantas medicinais e aromáticas devam ser consideradas como um recurso económico que as populações locais podem explorar, a inexistência de legislação que regulamente o setor favorece a venda de gato por lebre e pode pôr em perigo algumas espécies. Impõe-se, por isso, a criação de regulamentação e fiscalização adequadas à exploração sustentável deste recurso natural.

Para a dona Piedade, alheia às leis dos homens, a tradição será mantida enquanto viver: “Se Deus quiser, no próximo ano voltarei às ervinhas…Preciso delas para chegar aos noventa!”, dizia com um sorriso, muito alegre, que parecia apagar por momentos as rugas profundas e o sofrimento de uma vida penosa. Pois que seja feita a sua vontade!

J.N.

 

Colheita e uso das plantas

A recolha de plantas com potencialidades farmacêuticas e culinárias pode ser um passatempo interessante, que alia a medicina tradicional a um mais profundo conhecimento e respeito pela natureza. No entanto, não basta sair por aí a colher indiscriminadamente todas as plantas, é necessário conhecer muito bem as “ervas” e as suas propriedades. Eis alguns conselhos.

Utilize somente as plantas cujas propriedades estejam devidamente identificadas. Lembre-se de que os ingredientes ativos das plantas variam, tanto em quantidade como em qualidade, ao longo do ano.

Certifique-se de que identificou corretamente a planta e que nenhuma outra espécie vem misturada.

Nunca efetue recolhas em áreas que tenham sido pulverizadas com inseticidas ou pesticidas ou que tenham sido estrumadas recentemente. Na recolha de plantas aquáticas, evite águas poluídas.

Conheça quais as partes da planta que podem ser utilizadas na medicina natural. Por exemplo, na batateira, o tubérculo (batata) é um precioso alimento, enquanto a parte aérea é venenosa.

Recolha apenas a quantidade necessária, e sempre que possível evite arrancar a planta: muitas vezes, as partes úteis são apenas as folhas, as flores ou os frutos.

Evite a utilização de um remédio vegetal quando já está a ser alvo de um tratamento convencional receitado pelo médico. O efeito de duas “drogas” pode ser muito prejudicial. Fale abertamente com o seu médico sobre este assunto.

Nunca apanhe plantas raras ou em perigo de extinção, nem faça recolhas em áreas protegidas.

As “plantas milagrosas” também têm os seus riscos: peça apoio a um especialista.

Quem não seja dado a grandes passeios campestres ou não queira correr riscos, garantindo a salvaguarda da natureza, encontrará a grande maioria destas ervas em qualquer supermercado, dietética ou ervanária.

 

Farmácia caseira

Quando se fala de primeiros socorros, a medicina popular é bastante simples e prática: se existe ferida, aplica-se calêndula; se não, usa-se arnica. Uma regra tão clara pode, no entanto, induzir-nos em erro, levando-nos a pensar que a farmácia caseira se resume a apenas duas ervinhas, quando, na verdade, se conhecem mais de quatrocentas espécies de plantas medicinais. Segue-se um pequeno guia das plantas (para cada uma indica-se o nome comum e a denominação científica, porquanto os nomes vulgares variam muito de região para região) com lugar assegurado em qualquer farmácia natural, mas não se pense que são as únicas.

Alecrim (Rosmarinus officinalis) – As folhas estimulam a circulação e aliviam a dor. Atua sobre o sistema nervoso e fortalece a memória. Utiliza-se no tratamento de insuficiências hepáticas e vesiculares, uma vez que possui propriedades diuréticas. Alivia a asma, as amigdalites e a obstrução nasal e aumenta o apetite.

Alfazema (Lavandula officinalis) – Em tisana, alivia as dores de cabeça e acalma os nervos. Utiliza-se na asma brônquica, na tosse, nas enxaquecas, nas gripes e em certos casos de reumatismo.

Arnica (Arnica montana) – As suas flores e raízes usam-se como estimulantes cardíacos, sob estrito controlo médico, dado que se trata de uma planta tóxica. No uso externo, estimula a reabsorção dos hematomas e tem propriedades antissépticas e cicatrizantes.

Borragem (Borago officinalis) – A borragem é um remédio de ação suave muito apreciado na medicina popular. Para aproveitar o efeito calmante e emoliente das suas flores, fazem-se excelentes infusões que tratam a incómoda tosse das bronquites. Utiliza-se como depurativo, diurético, laxativo e sudorífico.
 

Calêndula (Calendula officinalis C. arvensis) – Faz parte de numerosos preparados farmacêuticos e cosméticos e as suas propriedades bactericidas e cicatrizantes converteram-na na planta ideal para os cuidados da pele. Usa-se para curar feridas e limpar a pele com acne ou descamação, nas queimaduras, nas picadas de insetos, etc.

Camomila (Matricaria chamomilla) – A infusão das flores produz uma tisana tónica e sedativa. Usa-se no banho para aliviar as queimaduras do sol. É habitualmente utilizada para acalmar espasmos e convulsões, como anti-inflamatório, antisséptico, etc.

Carqueja (Chamaespartium tridentatum) – Acalma a tosse e as irritações da faringe, sendo muito utilizada nas gripes, nas bronquites, na pneumonia e nas traqueítes.

Cidreira (Melissa officinalis) – Em infusão, alivia o catarro provocado pela bronquite crónica, as constipações febris e as dores de cabeça. Utiliza-se como calmante e no tratamento de perturbações gástricas e de dores de cabeça de origem nervosa.

Dente-de-leão (Taraxacum officinale) – É diurético e destaca-se no combate à arteriosclerose, à celulite, à tensão alta e ao mau colesterol. Usa-se ainda nos problemas de fígado e vesícula.

Erva-de-São-Roberto (Geranium robertianum) – Possui propriedades adstringentes, espasmódicas, diuréticas, hemostáticas e hipoglicemiantes. Utiliza-se em problemas de estômago, hemorragias pulmonares ou nasais, diarreias e cálculos renais e urinários.

Hipericão-bravo (Hypericum perforatum) – É antisséptico, cicatrizante, diurético e sedativo. Utiliza-se na depressão, na insónia, nas infeções ginecológicas e nas inflamações crónicas do estômago, do fígado, da vesícula e dos rins. Além disso, ajuda nas dores musculares e nevralgias e no herpes labial.

Hipericão-do-Gerês (Hypericum androsaemum) – Tem propriedades diuréticas e estimula a libertação da bílis. Utiliza-se nos tratamentos hepáticos.

Lúcia-lima (Lippia citriodora) – Combate, sobretudo, as perturbações digestivas e nervosas. Usa-se contra as indigestões, a flatulência e o mau hálito e como calmante.

Malva (Malva silvestris) – Apresenta propriedades anti-inflamatórias e utiliza-se na lavagem de feridas e como calmante sobre a pele e as mucosas inflamadas. Em infusão, usa-se em casos de diarreia, úlceras no estômago, catarros e obstrução das vias respiratórias, e ainda como laxativo.

Orégão (Origanum vulgare) – Em tisana, combate a tosse, as dores de cabeça nervosas e a irritabilidade. Utiliza-se contra a gripe, as constipações, as febres e a indigestão.

Poejo (Mentha pulegium) – Usa-se como calmante e contra indigestões, gripes, bronquites e dores menstruais. Não deve ser tomado durante a gravidez ou em caso de problemas renais.

Rosmaninho (Lavandula stoechas) – Tem propriedades sedativas, antissépticas, inseticidas, cicatrizantes, diuréticas e sudoríferas. Utiliza-se também para aliviar as náuseas e estimular a circulação.

Salva (Salvia officinalis) – Depois das refeições, a infusão de folhas ajuda a fazer a digestão. É antisséptica e fungicida e contém estrogéneos. Utiliza-se contra a depressão, as inflamações da boca e da garganta, a diarreia e os afrontamentos da menopausa.

Tília (Tilia cordata) – Tem propriedades diuréticas e sedativas. Usa-se contra febres, acidez gástrica e doenças hepáticas e biliares.

Urze (Calluna vulgaris) – É adstringente, antisséptica e diurética. Usa-se contra problemas urinários, diversas afeções renais e hipertrofia da próstata.

Zimbro (Juniperus communis) – As falsas bagas desta planta tiveram na Idade Média uma extraordinária celebridade, pois supunha-se que faziam curas miraculosas. É usado como depurativo e diurético. Entra na confeção de alguns pratos, serve para condimentar o presunto fumado e é o principal ingrediente na preparação do gin (bebida alcoólica destilada).

 

Os primeiros boticários

Durante a época áurea dos Descobrimentos, trouxemos para a Europa, vindos dos quatro cantos do mundo, produtos de origem vegetal, principalmente especiarias. Rapidamente se fez sentir a necessidade de descrever tudo quanto de útil se descobrisse. Por essa razão, foram enviados boticários nas naus que partiam a caminho de África, das Américas e do Oriente, aos quais competia averiguar e registar todas as mezinhas usadas pelos povos de além-mar, assim como descrever a natureza e a origem das “drogas e cousas medicinais”, assim como as suas propriedades e aplicações.

Nessa importante tarefa, distinguiram-se Simão Álvares e Tomé Pires, boticários enviados para a Índia por ordem do rei D. Manuel I, mas foi sem dúvida Garcia de Orta quem mais se notabilizou no estudo das espécies medicinais e outros produtos originários do Índico. O seu livro Colóquio dos simples, e drogas he cousas medicinais da Índia..., publicado em 1563, adquiriu fama internacional, nomeadamente após ter sido traduzido para latim, francês e italiano.

Depois do deslumbramento com as novidades farmacêuticas e culinárias trazidas dos “novos mundos”, o interesse dos boticários voltou-se para as potencialidades da flora espontânea do nosso país, conhecidas desde tempos imemoriais pelas gentes autóctones. Ainda a medicina dava os primeiros passos e já o povo lusitano tinha remédios caseiros para a maior parte das maleitas que atormentavam crianças e adultos.

Os estudos farmacopeicos portugueses tiveram início, provavelmente, com o abade Correia da Serra, nascido em 1750, figura altamente prestigiada da comunidade botânica internacional da época e fundador da Academia Real das Ciências. Seguiram-se-lhe outras personalidades ilustres, como Félix da Silva Avelar Brotero, nascido em 1744, Jerónimo Joaquim de Figueiredo, autor de Flora Farmacêutica e Alimentar Portuguesa, publicado em 1825, Francisco Soares Franco, compilador de Matéria Médica, impresso em 1816, e Agostinho Albano da Silveira Pinto, que publicou em 1835 o Código Farmacêutico Lusitano.

 

fonte:http://www.superinteressante.pt/


publicado por adm | Domingo, 09 Outubro , 2011, 12:19

Um ótimo tratamento caseiro para artrose é o cataplasma de linhaça. Para preparar este remédio caseiro são necessários os seguintes ingredientes: 3 colheres de sopa de linhaça e 500 ml de água.

A linhaça deve ser misturada com água fervente até que ganhe uma textura consistente. Este remédio caseiro deve ser colocado ainda morno em um pano limpo e aplicado sobre a articulação afetada.

O cataplasma deve ser aplicado pela manhã e pela noite durante 5 dias consecutivos, para que haja o alívio dos sintomas da artrose.

Linhaça é uma planta usada para fins medicinais devido ao seu alto teor nutritivo, além de auxiliar no tratamento de artrose, é utilizado para o tratamento de tosse e para o alivio de queimaduras solares.

fonte:http://www.tuasaude.com/


publicado por adm | Sexta-feira, 29 Julho , 2011, 11:54

O tártaro é formado por restos de alimentos que ficam acumulados nos dentes. Um ótimo remédio caseiro para remover o tártaro é adicionar 1 colher de bicarbonato de sódio num copo com água e acrescentar o suco de 1 limão.

Misture bem e coloque 2 goles desta mistura na boca, deixando atuar por alguns minutos. A seguir escove os dentes corretamente.

Não se deve tentar remover o tártaro com palitos ou outros objetos pontiagudos, pois pode ferir gravemente a gengiva. Somente o dentista está indicado para realizar este procedimento com os instrumentos corretos.

Fazer a destartarização, conhecida popularmente como limpeza dos dentes 1 vez  por ano é o mais indicado.

Para evitar a formação das placas de tártaro o ideal é escovar os dentes a cada vez que comer algo, ao levantar e ao deitar.

fonte:http://www.tuasaude.com/


publicado por adm | Segunda-feira, 13 Junho , 2011, 22:26

Conheça uma técnica natural para aliviar a dor de dentes... 

 

 

 Você precisa de:


Água 
Sal 
Gelo 
Tomateiro 
Ácido acetilsalicílico (aspirina) 


Passos:


1
Coloque para ferver uma xícara de água com duas colheradas de sal. Molhe um pano nessa fervura e coloque-o sobre o rosto, na temperatura mais quente que você agüentar. 
2
Se não adiantar, alterne panos frios e quentes. 
3
Se tiver ao seu alcance um tomateiro, ferva algumas folhas e faça bochechos com a água desta infusão o mais quente que você tolerar. 
4
Aplique um analgésico em gotas que contenha Dipirona Sódica sobre o dente afetado. 


Importante:

Não tome nenhum tipo de analgésico que não tenha sido receitado por um médico ou dentista.
Vá o mais rápido possível ao dentista, porque a dor é um alerta de uma possível infecção ou de outro problema dentário sério. 



Fonte: Quol!


publicado por adm | Domingo, 08 Maio , 2011, 18:56
Qual é o único alimento que não se estraga? - O mel de abelha.
A mistura de mel e canela cura a maioria das doenças. O mel é produzido em quase todos os países do mundo. Apesar de ser doce, a ciência demonstrou que, tomado em doses normais como medicamento, o mel não faz mal aos diabéticos.
A revista 'Weekly World New' do Canadá, na sua edição de 17 de Janeiro de 1995, publicou uma lista das doenças que são curadas pelo mel misturado com canela. 


DOENÇAS DO CORAÇÃO 

Faça uma pasta de mel com canela.
Coloque no pão e coma-o, regularmente, no pequeno almoço. 
Reduz o colesterol nas artérias e previne problemas no coração. Também previne novos enfartos nas pessoas que já tiveram um antes. O uso regular desse processo diminuí a falta de ar e fortalece os batimentos do coração. Nos Estados Unidos e Canadá utiliza-se esta pasta, continuamente, nos asilos. Descobriu-se que o mel com canela revitaliza as artérias e veias dos pacientes idosos e as limpa. 


PICADAS DE INSETOS 

Misture uma colherzinha de mel, duas colherzinhas de água morna e uma colherzinha de canela em pó. 
Faça uma pasta com os ingredientes e esfregue-a suavemente sobre a picada. A dor e a comichão irão desaparecer em um ou dois minutos.


ARTRITE 

Misturar: uma chavena de água morna com duas colheradas de mel, uma colherzinha de canela em pó. Beber uma de manhã e uma de noite. Se tomar com freqüência pode até curar a artrite crônica. 
Numa pesquisa feita na Universidade de Kopenhagen, os médicos deram aos seus pacientes, diariamente, antes do pequeno almoço,uma colherada de mel e 1/2 de canela em pó. Em uma semana, de 200 pacientes que seguiram o tratamento, 7 deixaram de ter dor inteiramente. 
Um mês depois, todos os pacientes estavam livres da dor, mesmo aqueles que quase não conseguiam já caminhar. 


PERDA DE CABELO 

Os que sofrem de calvície ou estão perdendo o cabelo, podem aplicar uma paste de azeite o mais quente que resistir, uma colherada de mel e uma colherzinha de canela em pó no couro cabeludo.
Deixar por 15 minutos antes de lavar. Foi comprovado que é eficiente mesmo quem deixar a pasta na cabeça so 5 minutos. 


INFECÇÕES DE RINS

Um copo de água morna misturada com duas colheradas de canela em pó e uma colherada de mel mata os germens que produzem infecção nos rins.Beber de manhã e de tarde até que a infecção acabe. 


DOR DE DENTES 

Fazer uma pasta com uma colherzinha de canela e cinco colherzinhas de mel e aplicar no dente que está a doer. Repita pelo menos 3 vezes ao dia.


COLESTEROL 

Duas colheradas de mel com três colherzinhas de canela misturados em meio litro de água. Deve tomar-se 3 vezes ao dia. Isto reduz o colesterol em 10%, em 2 horas. Tomado, diariamente, elimina o colesterol.


RESFRIADOS

Para curar completamente sinusites, tosse crônica e contipações, misturar uma colherada de mel com 1/4 de colherada de canela em pó e tomar com freqüência. 
A mistura de mel com canela também alivia os gases o estômago, fortalece o sistema de imunidade e alivia a indigestão. 


VELHICE 

Também evita os estragos da idade, quando se toma regularmente.
Misture uma colherada de canela e três chavenas de água. Ferva para fazer um chá. Quando estiver morno, coloque 4 colheradas de mel e beba 1/4 de xícara, três ou quatro vezes ao dia. Mantém a pele fresca suave e diminui os sintomas da idade avançada. Beber este chá prolonga a vida e até uma pessoa de 100 anos pode melhorar muito e se sentir como alguém muito mais jovem.


PERDA DE PESO

Diariamente, meia hora antes de se deitar e meia hora antes de tomar o pequeno almoço, beba mel com canela numa chavena de água Se beber todo dia, reduz o peso até de pessoas muito obesas.


DOR DE GARGANTA

Tome de quatro em quatro horas uma colherada de mel misturada com meia colher de vinagre de sidra. 



OBS: MEL não deve ser fervido pois perde muito o valor das substâncias curativas
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publicado por adm | Sábado, 30 Abril , 2011, 22:34

Os esforços ao praticar desportos ou doenças inflamatórias das articulações podem levar a uma inflamação dolorosa de uma bainha tendinosa. Estas dores aparecem nos ombros ou na articulação do cotovelo (cotovelo de tenista). Nestes casos, é aconselhável tentar arrefecer as zonas onde surge a dor aguda. Para isso, pode usar-se envolturas húmidas frias, ou panos empapados com água e vinagre (uma colher de sopa de vinagre por um copo de água) ou com tintura de arnica (dosear segundo as instruções do prospecto anexo. Em vez disto, também se pode aplicar emplastros de rábano picante, papa de barro curativo ou requeijão, ou aplicar rodelas de cebola. Outra possibilidade é untar a zona da bainha tendinosa com pomada de própolis. Esta massa resinosa usada pelas abelhas para reforçar os seus favos contém substâncias que, entre outras coisas, têm um efeito anti-inflamatório. Se não quisermos complicar muito e usarmos uma almofadinha de gel refrigerante para arrefecer a zona dorida, é importante que a envolva num pano para que não seja excessivamente fria.

Há que ter em conta que uma tendovaginite aguda deve ser tratada. Esperar que as dores melhorem para começar os exercícios de reabilitação.

Quando consultar médico por causa da tendovaginite

Se padecer de dores agudas, deve consultar o médico para que este lhe recomende um tratamento adequado. Uma inflamação das articulações (artrite) recente deve ser, em primeiro lugar, diagnosticada pelo médico. Em caso de dores nas articulações, também se pode obter informação, conselho e apoio numa associação de vítimas da doença.Tratamento tendovaginitePara o tratamento de dores nas articu­lações de tipo reumático, são calmantes as infusões de casca de álamo, ulmária ou amor-perfeito-bravo.Obtiveram-se bons resultados com prepa­rados prontos a usar de rapúncio. Se optar por um preparado deste tipo, procure que a dosagem seja suficientemente elevada. Na farmácia poderão dar-lhe mais detalhes. Para a aplicação externa, há remédios cal­mantes e anti-inflamatórios de extractos de arnica, castanheiro-da-índia, consolda ou hipericão.A consolda-maior só pode ser aplicada sobre a pele intacta. Se aplicar preparados de hipericão, tente não usá-los isoladamente nas zonas tratadas.Os remédios que estimulam a circulação sanguínea fazem parte da terapia de esti­mulação da pele com substâncias picantes e óleos essenciais. Estas aplicações produzem a sensação de calor, acalmam a dor e dimi­nuem a inflamação. Entre as substâncias pi­cantes, encontra-se o pimentão, que contém capsaicina. Estas substâncias picantes não devem ser aplicadas na zona das mucosas, sobre zonas que estejam inflamadas ou sobre feridas abertas. Evitar o contacto com os olhos e lavar muito bem as mãos depois de as aplicar.Os óleos essenciais podem acalmar as do­res cuja causa seja o reumatismo, os nervos, as contusões ou os músculos. Recomenda-se o óleo de camomila, milfólio, arnica ou hi­pericão, porque, além de serem anti-infla­matórios, melhoram a circulação local. São particularmente indicados os preparados de um único princípio activo, como os de hortelã. Há muitos óleos essenciais que são adequados, mas neste guia não dispomos de espaço para indicar todos. Consulte o seu farmacêutico.
fonte:http://receitasremediosnaturais.com/

publicado por adm | Quinta-feira, 28 Abril , 2011, 23:08

Consumir diariamente o vinagre de maçã constitui uma ótima solução natural para a artrite.

O vinagre de maçã é feito do suco de maçã fermentado e é rico em enzimas sendo eficaz também para a digestão. Além disso, o vinagre de maçã combate a azia e melhora o metabolismo.

As enzimas também dissolvem os depósitos de cálcio, sendo ideal para combater a artrite.

Outros benefícios do vinagre  de maçã são equilibrar o colesterol, ajudar o coração, e quando usado topicamente, mantêm a saúde da pele.

fonte:http://www.tuasaude.com/


publicado por adm | Terça-feira, 19 Abril , 2011, 23:06

Basta chegar o inverno para as pessoas que sofrem com sinusite para entrarem em crise. Constipação, gripe, alergias e poluição do ar podem provocar infecções nos seios da face e provocar a temida sinusite, uma inflamação crónica que incomoda muita gente.

Os sintomas da sinusite são muitos entre eles estão a congestão nasal, pressão ou dor nos seios perinasais, dores de cabeça e uma descarga de muco amarelo-esverdeado. Para tratar essa infecção e aliviar a congestão é preciso usar medicamentos desde anti-alérgicos até inalações. O melhor caminho para tratar a sinusite corretamente é sempre procurar um médico. É possível ainda aliviar os sintomas da sinusite utilizando receitas naturais . Confira abaixo uma delas.

Faça inalação de vapores quentes para soltar o muco dos seios perinasais utilizando o óleo essencial de eucalipto . Esse óleo possui poderosas propriedades antimicrobianas. O óleo essencial de hortelã-pimenta possui um forte odor que também ajuda a abrir os canais.

Veja a receita abaixo do remédio natural para sinusite:

- 2 litros de água a ferver
- 5 gotas de óleo essencial de eucalipto
- 2 gotas de óleo essencial de hortelã-pimenta


Modo de Fazer :

Coloque a água para ferver, em seguida coloque-a em um recipiente que aguente o calor, adicione os óleos essenciais. Agora cubra a cabeça com uma toalha sobre o recipiente  para fazer a inalação do vapor. Faça essa inalação com cuidado para não se queimar com o vapor ,durante 15 minutos. Repita esse processo duas vezes por dia. De preferência pela manhã e antes de dormir.

fonte:http://todaperfeita.com.br/


publicado por adm | Domingo, 10 Abril , 2011, 15:34

O primeiro a esclarecer aqui é que não existem plantas para emagrecer que atuem sozinhas. Na Fitoterapia não há plantas que emagreçam, o que há são plantas que ajudam na digestão e plantas que mobilizam o aparato urinário funcionando como diuréticos.

Estas virtudes específicas somadas ao uso de plantas medicinais como complemento de dietas e programas de emagrecimento potenciam a redição de peso de uma forma intensa e eficaz.

Temos agora uma lista de plantas medicinais para emagrecer que você poderá complementar com as suas comidas:

Alcachofa

Alfalfa

Abacaxi

Camelina

Cromo

Caril (curry)

Quitosana

Feijão ( Phaseolus Vulgaris L.)

Algas Pardas

Guaraná

Caraia

Laranja amarga

Ortosifon

Papaia

Rainha dos prados

Vellosia

Estas plantas são facilmente encontradas em farmácias, lojas de medicina natural e homeopatias.


fonte: outramedicina.com


publicado por adm | Quarta-feira, 23 Março , 2011, 20:52

A romã é um dos ingredientes de um ótima solução natural para tratar a rouquidão. Coloque 2 copos de água numa panela e acrescente 1/2 casca de romã, 4 ramos de agrião deixando ferver por 20 minutos.

A seguir, coe a solução e acrescente 3 colheres bem cheias de mel de abelhas. Faça um gargarejo com esta solução 2 vezes ao dia.

Proteja a garganta usando roupas adequadas como blusas de gola alta, lenços ou cachecóis, dependendo da estação do ano.

fonte:http://www.tuasaude.com


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